posted on 2017-08-08, 14:04authored byIsabel Cristina Ferreira, Karine Aparecida Rodrigues de Souza, Ana Clara Barbosa de Souza, Lucas Antonio Mazocco, Álvaro Moraes da Fonseca Neto, Carlos Frederico Martins
<p><b>:</b> O
objetivo foi estudar a associação de parâmetros ambientais com a temperatura
superficial e escore de ofegação de vacas em lactação com e sem disponibilidade
de sombra no período do verão. A temperatura superficial foi medida a uma
distância de 1,5 metros do úbere por meio de termômetro de infravermelho, de
manhã e à tarde. O escore de ofegação foi mensurado numa escala de zero a quatro,
onde zero se refere à respiração normal e 4, ofegação severa de vacas Girolando
e Gir. As condições ambientais (temperatura do ar, do globo e do bulbo úmido e
umidade) foram registradas por meio de termômetro de globo negro. Foram
avaliados os efeitos da sombra, do período do dia, do grupo genético e as
interações. A temperatura superficial foi maior no pleno sol durante o período
da tarde (35,36°C). O ITGU foi maior no pleno sol no
mesmo período (88,69). As correlações significativas entre parâmetros
fisiológicos e ambientais foram menores que 0,74. O modelo da regressão da
temperatura superficial e ITGU foi TS = -120,25133 +3,36056 ITGU -0,01795 ITGU<sup>2</sup>
R<sup>2</sup>= 0,48. Em geral, vacas Girolando apresentaram maior escore de
ofegação do que Gir, mas esse comportamento foi dependente das condições
ambientais. No período da tarde o escore de ofegação foi maior do que na manhã.
Não houve efeito da sombra no escore de ofegação e na temperatura superficial.
O período do dia e o grupo genético influenciam as respostas fisiológicas em
vacas de leite a pasto em função da condição ambiental.</p>