posted on 2017-08-08, 17:10authored byPriscila Michelin Groff, Joselaine Bortolanza Padilha, Suelen Maria Einsfeld, Núbia da Silva Oliveira, Rodrigo Macagnan, Sabrina Endo Takahashi
<p>Esse
estudo teve como objetivo avaliar o ambiente térmico de instalações com tipos
de pisos distintos, para leitões na fase pós desmama. Para isso, foram
selecionados 320 leitões e distribuídos em duas diferentes instalações, sendo
uma com piso de concreto contendo 4 baias e outra em piso suspenso de
polietileno também contendo 4 baias, ou seja, dois tratamentos com 4
repetições. Os animais e os pisos foram avaliados durante 3 dias, às 8h e às
20h, através de capturas de imagens termográficas, para poder mensurar a
temperatura superficial, além das aferições da temperatura do ar e umidade
relativa do ar. Os resultados indicam que entre os tipos de pisos não há
diferença estatística para temperatura superficial dos animais e temperatura
superficial piso, entretanto, há diferença entre os períodos do dia, sendo que
nas avaliações realizadas às 20h no piso de concreto, os animais obtinham
maiores temperaturas superficiais do que as avaliações às 8h. Além disso, em
ambos os tratamentos, na avaliação da temperatura superficial do piso, às 20h
demostrou-se maior que às 8h. Durante as avaliações da temperatura máxima do
ar, na sala do piso de concreto, essas caíam drasticamente durante às
avaliações no período da manhã, em relação ao piso de polietileno, já as
temperaturas mínimas do ar e umidade relativa do ar não foi verificado muitas
diferenças entre as instalações e entre os períodos do dia. Dessa forma, não há
diferença para temperatura superficial entre os diferentes pisos, somente
durante os períodos do dia, sendo que durante as 8h são menores que as 20h.
Além disso, nas salas de piso de concreto eram encontradas as menores taxas de
temperatura máxima do ar, somente durante às manhãs. Assim, nesse tipo de piso,
deve-se ter atenção para possível realização de aquecimento dos animais durante
às manhãs.</p>
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